Inteligência Emocional: conheça as seis dimensões para avaliá-la

Há cerca de duas décadas, Daniel Goleman publicou uma pesquisa revelando que o QI (Quociente Intelectual) não era o principal determinante do sucesso no mundo corporativo, mas sim a Inteligência Emocional. Essa constatação disparou inúmeras pesquisas, livros e formas de avaliar o QE – o Quociente Emocional. “Na época do lançamento de seu primeiro livro sobre Inteligência Emocional, Goleman consultou o Dr. Robert Hogan, especialista norte-americano em Personalidade, pois entendia que a Inteligência Emocional nada mais é do que uma manifestação de características de personalidade que determinam a nossa capacidade de gerenciarmos nossas emoções e nossas habilidades de nos relacionarmos com os outros”, afirma Roberto Santos, sócio diretor da Ateliê RH, e distribuidor nacional da Hogan Assessments para o Brasil.

A inteligência emocional – mesmo que muitas vezes identificada por outros nomes, como habilidades interpessoais, capacidade de relacionamento, controle do estresse, ser um bom membro de time, etc, é um dos requisitos essenciais, na atualidade, para se obter – e manter-se em uma boa posição no mercado de trabalho. “Pesquisas já mostraram que apenas 13% das demissões involuntárias são causadas por questões técnicas. A maioria das demissões ocorre por comportamentos inadequados, ligados geralmente à falta de habilidade em gerir as próprias emoções – e as dos outros. Podemos dizer que muitas vezes a pessoa é contratada porque é um ótimo técnico ou especialista em seu campo e é demitida por sua limitada inteligência emocional”, afirma Santos.

A Ateliê RH acaba de lançar no mercado brasileiro o relatório Hogan EQ, desenvolvido pela Hogan, com o objetivo de oferecer uma medida geral para a inteligência emocional, e um feedback sobre seis competências emocionais. O diferencial deste instrumento é a extensa experiência e base científica da Hogan em medir o “lado luz” e o “lado sombra” da personalidade. Conheça as dimensões avaliadas:

Autoconhecimento – Essa dimensão mede o grau em que as pessoas se conhecem e parecem estar em contato com suas emoções. “Esse aspecto é fundamental, afinal, só é possível controlar suas emoções, se você as conhece com propriedade. Quanto maior o grau de autoconhecimento, mais o profissional consegue responder adequadamente às diversas situações do cotidiano – as tranquilas e as tensas.”, pondera Santos.

Regulação: Essa dimensão mede a capacidade das pessoas de parecerem manter estados emocionais positivos. “Esse também é um aspecto fundamental, se considerarmos que as explosões emocionais influenciam negativamente o ambiente de trabalho”, lembra Santos.

Percepção: O grau em que as pessoas parecem perceber as emoções dos outros.

Expressão: “Essa medida se refere à capacidade do indivíduo expressar estados emocionais que não necessariamente refletem ao seu estado interior real, mas que são os mais adequados de acordo com a situação social”, analisa o executivo.

Influência: O grau em que as pessoas parecem afetar intencionalmente os estados, pensamentos e comportamentos de outras pessoas.

Empatia: Essa dimensão mede o grau em que as pessoas parecem sentir o que as outras estão sentindo. Colocar-se no lugar do outro é fundamental para estabelecer relacionamentos e quebrar barreiras . “Na área de vendas, por exemplo, quanto mais empatia, mais o vendedor consegue ser assertivo no oferecimento das melhores soluções para o cliente”, afirma Roberto Santos.

“Os seis componentes do QE avaliam a capacidade de percepção emocional, controle emocional e compartilhamento emocional das pessoas e conhecê-los serve tanto para apoiar decisões de seleção como os processos de coaching que trazem impacto positivo para as empresas e as carreiras de seus colaboradores”, afirma Santos.

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