Cinco sinais claros de que é hora de começar a procurar emprego

Por incrível que pareça, as pessoas preferem manter-se no emprego mesmo infelizes, ou com uma atitude ruim no ambiente de trabalho. “Essa situação só aumenta em momentos como o que estamos vivenciando agora, de incerteza econômica”, explica Roberto Santos, da Ateliê RH, empresa que representa a Hogan Assessments no Brasil. E, já que mudanças de carreira são direcionadas principalmente por questões emocionais e menos por fatores racionais, o profissional fica preso na incerteza, e coloca sua carreira em risco, expondo-se a situações de estresse em um ambiente de trabalho no qual ele já não se adequa mais.

“A dificuldade em se tomar decisões também é um fator importante – mais acentuado na Geração Y. De qualquer maneira, qualquer profissional, não importa a idade, tem na segurança no trabalho um fator-chave de qualidade de vida, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos [OECD na sigla em inglês], aponta Santos.

Esses fatores explicam porque, não importa a idade, é tão difícil sair de um trabalho, mesmo que ele esteja prejudicando o profissional em níveis como vida pessoal e saúde. Veja agora cinco sinais, listados por Santos, que apontam que é necessário fazer uma mudança de carreira:

Você não está aprendendo coisas novas: Estudos já mostraram que adultos felizes estão envolvidos com trabalhos que estimulem a mente e o aprendizado contínuo. “Isso é particularmente importante se você é aberto a novas experiências e insiquisito, que são traços de personalidade associados à curiosidade, criatividade, e o gosto pela aprendizagem”, explica Santos.

Sua performance está baixa: Se você se sente estagnado e “no piloto-automático”, certamente a sua performance está baixa. Cedo ou tarde, isso vai acabar causando problemas no seu currículo e no seu nível de empregabilidade. Se você não se sente estimulado, é hora de procurar emprego.

Você se sente sub-avaliado: Mesmo quando o profissional está feliz com o seu salário e sua perspectiva de crescimento, ele não irá se sentir motivado se achar que não está sendo avaliado corretamente, especialmente pelos seus gestores. Além disso, que acha que está sendo sub-avaliado no trabalho está mais propenso a sofrer com a síndrome do burnout, ou ter um comportamento contraprodutivo, como absenteísmo, atrasos, deixar de entregar trabalhos etc. “Isso piora muito quando o profissional em questão está em um cargo de liderança. O que está em jogo é muito mais crítico”, lembra Santos.

Você só está fazendo por dinheiro: O engajamento depende muito mais de questões intrínsecas e recompensas subjetivas, como reconhecimento, do que dinheiro propriamente dito. Se você não vê nada mais de valioso além do seu salário, tenha certeza que o desfecho não será positivo. É hora de procurar outra colocação.

Você odeia o seu chefe: Como diz o ditado, as pessoas se demitem de seus chefes e não da empresa. E, de fato, o número de pessoas que não gosta dos chefes e que odeia o seu trabalho é praticamente o mesmo. De acordo com pesquisas realizadas pela Hogan Assessments, ao menos 75% dos adultos que trabalham consideram que o aspecto mais estressante da profissão é lidar com o chefe direto.

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